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UNIDADES
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A Unidade Bion atende 100 pacientes adultos do sexo masculino, portadores de transtornos mentais, como esquizofrenia, transtorno do humor bipolar, transtorno esquizoafetivo, depressão e outros, em fases graves e agudas. A meta é promover a estabilização da doença, remediar as consequências, como a desagregação familiar, e desenvolver capacidades para facilitar o retorno ao seu meio social. A alta hospitalar prevê a continuidade do tratamento com equipamentos disponíveis na rede do SUS, como os CAPS e os ambulatórios.

A internação psiquiátrica é realizada mediante laudo medico circunstanciado, que caracterize os seus motivos, podendo ser voluntaria, involuntária ou compulsória. Todo processo de internação e realizado conforme determina a Lei 10.216 de 6 de abril de 2001. A abordagem inicial do paciente e feita pelo medico internista que e responsável pela anamnese, exame físico, formulação diagnostica e prescrição medica inicial.

O programa de tratamento esta voltado para a recuperação do paciente e a sua reinserção familiar, sendo composto por 4 fases:
I – Avaliação: momento em que o paciente esta em observação constante, onde o paciente começa a estabelecer a relação com o outro, apresentando melhora no controle dos possíveis impulsos agressivos, fase identificada pela cor vermelha;
II – Participação: momento em que o paciente esta sendo inserido nos grupos e atividades iniciando a integração, fase identificada pela cor amarela;
III – Reintegração: momento em que o paciente devera participar ativamente das comissões terapêuticas, envolve a responsabilidade nas atividades assumidas e a reintegração social, fase identificada pela cor verde;
IV – Preparo para Alta: momento em que o paciente apresenta-se estável em relação ao comportamento e inicia a preparação para alta recebendo orientações quanto a continuidade do tratamento pós hospitalar, fase identificada pela cor azul.

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A Unidade Jellinek atende 260 adultos do sexo masculino, dependentes de álcool, crack e outras drogas. As atividades desenvolvidas na unidade objetivam o despertar da autocrítica, da transformação interna das necessidades, prazeres e hábitos. Promovem a reaproximação familiar, ajuda o restabelecimento da motivação para o trabalho e a reorganização da vida social e financeira. Tudo concomitante ao tratamento clínico das síndromes de abstinências das substâncias de abuso, e das comorbidades psiquiátricas. Todo usuário tem sua alta vinculada à continuidade do tratamento pelo SUS, nos CAPS, comunidades terapêuticas, ambulatórios e unidades de acolhimento transitório.

A internação psiquiátrica é realizada mediante laudo medico circunstanciado, que caracterize os seus motivos, podendo ser voluntaria, involuntária ou compulsória. Todo processo de internação e realizado conforme determina a Lei 10.216 de 6 de abril de 2001. A abordagem inicial do paciente e feita pelo medico internista que e responsável pela anamnese, exame físico, formulação diagnostica e prescrição medica inicial.

O programa de tratamento esta voltado para a recuperação do paciente e a sua reinserção familiar, sendo composto por 5 fases:
I – Desintoxicação: momento em que o paciente esta na enfermaria clinica, fase identificada sem cor;
II – Adaptação: momento em que o paciente se integra ao grupo, fase identificada pela cor vermelha;
III – Conscientização: momento que o paciente já não esta resistente ao tratamento e integra a proposta terapêutica, fase identificada pela cor amarela;
IV – Assimilação: momento em que o paciente compreende que deve se tratar, tem autoconhecimento e esta motivado com as mudanças, fase identificada pela cor verde;
V – Preparo para Alta: momento em que o paciente apresenta-se estável em relação ao comportamento e inicia a preparação para alta recebendo orientações quanto a continuidade do tratamento pós hospitalar, fase identificada pela cor azul.

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A Unidade Rached atende 30 pacientes adolescentes, dependentes de substâncias psicoativas, como o crack. O tratamento é referência de qualidade dentro do Paraná, e conta com um volumoso corpo de profissionais, com médico clínico e psiquiatra, assistente social, psicólogo, terapeuta ocupacional, educador físico e equipe de enfermagem. A estrutura física foi concebida com um olhar específico para essa população, com o propósito de oferecer segurança, conforto e um ambiente terapêutico e agradável. O atendimento humanizado busca a reconstrução de laços familiares fragilizados, o desenvolvimento da capacidade de se perceber, o descobrimento de novas habilidades, de novas fontes de prazer saudáveis, a renovação do interesse pela educação, o desenvolvimento do autocontrole. Ao sair, o adolescente é encaminhado para dar continuidade ao tratamento nos CAPS, ambulatórios, comunidades terapêuticas e outros equipamentos da rede do SUS.

O programa de tratamento esta voltado para a recuperação do paciente e a sua reinserção familiar, sendo composto por 5 fases:
I – Adaptação: momento em que o paciente se integra ao grupo, fase identificada pela semente;
II – Pré Conscientização: momento em que o paciente entende a importância de participar da proposta;
III – Conscientização: momento em que o paciente entende que o tratamento e fundamental, fase identificada pelo caule de flores;
IV – Assimilação: momento em que o paciente demonstra de forma clara a mudança dos seus comportamentos, fase identificada pela arvore;
V – Manutenção e Preparo de Alta: momento em que o paciente mentem os comportamentos de mudanças e coloca em pratica tudo o que aprendeu durante o tratamento, com o objetivo de utiliza-lo após a alta, fase identificada pelos frutos. Após sua alta o paciente e encaminhado para dar continuidade ao tratamento.